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JOHREI e FELICIDADE

JOHREI e FELICIDADE

ENSINAMENTO DE MEISHU SAMA

Aparentemente a finalidade do Johrei é a cura das doenças. Mas, na verdade, o seu objetivo é muito mais amplo. Em síntese, Johrei é uma maneira de criar felicidade. Em termos simples, o Johrei cura as enfermidades porque dissipa a sua causa, que são as núvens espirituais. Mas ao purificar o corpo espiritual de suas nuvens, o Johrei elimina, simultaneamente, todos os sofrimentos do ser humano. Porque a pobreza e o conflito também são manifestações da ação purificadora, que se apresenta sob forma de doença, pobreza e conflito. Dentre as purificações, entretanto, a pricipal é a doença, porque afeta a própria vida. Portanto, resolvido o problema da doença, a pobreza e os conflitos também o serão. Este é o princípio da felicidade.

A causa da infelicidade está nas nuvens espirituais. Isto é bastante claro. A maneira mais simples e decisiva de dissipar as nuvens espirituais é o Johrei, cujo objetivo, repito, não é somente a cura das doenças. Esplicarei melhor esse ponto.

O corpo do ser humano respira do mundo material; o espírito vive no mundo espiritual. O estado do mundo espiritual influencia o corpo espiritual, refletindo-se no corpo físico. Portanto, o destino do ser humano tem suas raízes no mundo espiritual.

Tanto o mundo material como o mundo espiritual apresentam escalas de diferentes graus, dividindo-se em três grandes planos: superior, médio e inferior. Cada um desses três planos se subdivide em 60 graus ou subplanos, formando um total de 180 graus mais um. Um, é o Supremo Deus. Todos os demais espíritos, divinos ou humanos, pertencem a um dos 180 graus ou subplanos restantes. Essa é a classificação vertical. No sentido horizontal, cada subplano forma uma faixa que constitui um mundo à parte. Esses mundos superpostos se estendem desde o inferno até ao céu.

Suponhamos que o espírito de um homem viva num dos 20 subplanos inferiores do plano inferior. Isto equivale ao ponto mais baixo do plano inferior. É um mundo repleto dos piores sofrimentos, que, refletido no corpo material, surge como um estado de sofrimento abismal.

Nos 20 graus imediatamente superiores, o sofrimento já é mais brando. E quando o espírito sobe outros 20 graus, sua situação melhora acentuadamente. Assim, a proporção de alegrias e sofrimentos difere de nível para nível. Ultrapassados os 60 subplanos inferiores, o espírito atinge o plano médio. Isto equivale ao purgatório e corresponde ao mundo material. Mas quando o espírito sobe aos 60 graus superiores, ingressa no mundo celestial, o Reino dos Céus, passando a integrar a categoria dos anjos, que vivem num estado de júbilo perene.

Consequentemente, de acordo com o nível em que se situa o seu espírito, assim será o destino do indivíduo. Por isso, o homem deve esforçar-se para se elevar, ainda que seja de um único grau. Quanto mais se elevar, mais isento ficará de sofrimentos e tanto maior será a sua felicidade.




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