MOXIBUSTÃO E FITOTERAPIA CHINESA

MOXIBUSTÃO E FITOTERAPIA CHINESA

    

 

Na China não existe de forma isolada a palavra acupunctura. Sempre que se fala em acupunctura fala-se em “agulha, moxa e também fitoterapia chinesa”. São três componentes interligadas e interdependentes de um tratamento integral em medicina chinesa, para que se obtenham os melhores resultados e eventualmente a cura global do paciente.

Moxibustão

A moxibustão é a técnica de aquecimento dos pontos de acupunctura. O aquecimento dos pontos fornece calor e energia para os pontos, por isso a moxibustão é indicada para as doenças provocadas pelo frio e pela humidade e para situações com deficiência de energia (convalescentes, doenças crónicas, pacientes da fraca constituição e idosos).

O calor realmente produz vasodilatação, efeito analgésico e anti-inflamatório. Os terapeutas orientais aplicam as moxas directamente nos pontos de acupunctura, permitindo uma actuação mais precisa e eficiente.

Há ainda a possibilidade de aplicar a moxa à agulha e segundo este método a eficiência é ainda maior, pois o calor é levado directamente à profundidade dos pontos e tecidos.

A moxibustão é feita através da queima de uma erva medicinal chamada Artemísia. Esta é a planta mais frequentemente utilizada neste método de cura devido aos espectros de infravermelhos que emite, tornando-a por isso mais eficaz e obtendo um assim um efeito energético extra.

Fitoterapia Chinesa

 

"O homem, desde os primórdios dos tempos, busca recursos naturais que possam aliviar o sofrimento humano"

A grande maioria dos medicamentos utilizados hoje, foram desenvolvidos isolando-se substâncias (princípios activos) das plantas. Portanto, podemos afirmar que a indústria farmacêutica moderna desenvolveu-se a partir destas substâncias. O ponto de partida para o desenvolvimento destes produtos farmacêuticos foi a cultura popular, que em sua sabedoria, utilizava as plantas para fins terapêuticos. Todos os povos têm em sua história pessoas que aliviavam o sofrimento humano usando os recursos da natureza, em especial as plantas, mas muitas vezes animais e minerais.

O resgate, da utilização dos fitoterápicos e fitocompostos, vem da necessidade de que muitas vezes isolando-se as substâncias perdemos o efeitos terapêuticos. A reprodução de substâncias, normalmente não reproduz a essência da planta, animal ou mineral. Essência esta que chamamos de energia (chi ou qi) que é vital para sua existência e desenvolvimento. Esta energia não pode ser reproduzida em laboratório, normalmente é o diferencial da cura do indivíduo doente. A fitoterapia e os fitocompostos da medicina chinesa seguem regras próprias e princípios fundamentais da bipolaridade energética (yin e yang). Segundo uma avaliação energética conseguem tratar as deficiências do organismo complementando assim o trabalho das agulhas que por sua vez tratam os excessos e bloqueios. São fórmulas totalmente equilibradas, não se correndo o risco de se tomarem em sobredosagens nem de interferirem com qualquer tipo de medicamento convencional.

A grande vantagem da fitoterapia chinesa é a sua tradição milenar, o que nos garante os seus excelentes efeitos.

 

 




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